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07/11/2018 - Rose Velasco - SES/MT

VACINAÇÃO - Cuiabá e Várzea Grande unificam dia D contra raiva no próximo sábado (10.11)

Rose Velasco – SES/MT

As cidades de Cuiabá e Várzea Grande decidiram unificar o Dia D da campanha de vacinação contra a raiva animal no próximo sábado (10.11) em suas unidades municipais de saúde, das 8h às 17h. A ação conjunta conta com a participação da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) e do Escritório Regional de Saúde da Baixada Cuiabana, que decidiu prorrogar o período da campanha para até o dia 15 de novembro.

A campanha de vacinação antirrábica teve início em 1º de agosto e deveria ter sido encerrada no dia 30 de setembro, mas a pedido de Cuiabá e Várzea Grande, a SES/MT decidiu prorrogar o prazo para poder atingir a meta de cobertura que é de 80%. Até esta semana, o índice de cobertura registrado no Estado é de menos de 46,73%, dado registrado no dia 1º de outubro. Esse baixo índice de cobertura preocupa os técnicos da Vigilância Ambiental estadual.

Serão vacinados cães e gatos a partir de quatro (4) meses de vida, animais prenhes e que estejam amamentando. A vacina não tem contraindicação, a dose é 1 ml, aplicada via subcutânea independentemente de porte ou espécie.

As cidades de Cuiabá e Várzea Grande possuem um total de 126.808 animais, o que representa 18,11% do total da população animal estimada no Estado que é de 700 mil. Nas duas cidades, são 104.990 cães e 21.818 gatos (dados estimados de acordo com a população humana registrada pelo IBGE em 2017).

“É muito importante à participação da população para prevenir a doença nos seus animais de estimação e evitar a transmissão do vírus rábico em seres humanos”, ressaltou a coordenadora da Vigilância em Saúde Ambiental da SES/MT, Ludmila Sophia de Souza.

A raiva é uma zoonose transmitida ao homem pela introdução do vírus rábico por meio da saliva do animal infectado, sendo cães e gatos os principais responsáveis pela cadeia de transmissão ao homem em área urbana. Os morcegos atualmente representam um sério problema de saúde pública, pois mantém em circulação o vírus rábico, sendo sua presença diretamente influenciada por intervenções ou modificações ambientais feitas pelo próprio homem.

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