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Micoses Endêmicas
Definição
Micoses Sistêmicas são infecções causadas por fungos patogênicos primários e que têm como porta de entrada o trato respiratório, donde podem disseminar para todo o organismo, e cujas formas infectantes, estão intimamente relacionadas ao bioma e a fatores geo climáticos (solo, vegetação, clima umidade, altitude, etc.). As micoses estão classificadas em grupos, conforme o tecido que acometem bem como o mecanismo de infecção no hospedeiro, classificando em: superficiais, cutâneas, subcutâneas ou de implantação, sistêmicas e oportunistas. Os agentes etiológicos são encontrados no solo, vegetação, e material em decomposição, em áreas tropicais e subtropicais, em ambientes úmidos, e a ocorrência da infecção se dá, predominantemente, em populações de áreas rurais ou envolvidas em atividades agropecuárias, ecoturismo, caça, e em grupos com baixas condições socioeconômicas. Podem ocorrer surtos. As micoses oportunistas, são frequentes em pacientes com algum tipo de imunossupressão. Não está descrita até o momento, a transmissão inter-humana das infecções fúngicas. Os sintomas das micoses estão relacionados ao tipo da micose e do estado imunitário do indivíduo, logo, variam de simples lesão na pele a quadros graves com comprometimento sistêmico (disseminado) que podem inclusive, evoluir para o óbito.
E, considerando a importância das micoses endêmicas (sistêmicas e de implantação) na saúde pública brasileira, o Ministério da Saúde tem atuado na estruturação de um sistema de vigilância visando conhecer a real magnitude dessas doenças e subsidiar a adoção de políticas específicas de prevenção, assistência e controle. Até o presente momento, as micoses sistêmicas não são doenças de notificação compulsória, no Brasil. Porém, o Ministério da Saúde, por meio da SVS, coordena o processo de estruturação da Vigilância e Controle das Micoses Endêmicas Sistêmicas de principal ocorrência no país abaixo elencadas, por representarem importante problema de saúde pública devido ao seu alto potencial incapacitante, e número de óbitos: Paracoccidioidomicose, histoplasmose, criptococose e coccidioidomicose, de Implantação, cromoblastomicose, esporotricose, entomoftoromicose, feohifomicose subcutânea, lobomicose e micetomas) e Oportunistas (candidíase sistêmica, aspergilose, fusariose, mucormicose e pneumocistose.
Em mato Grosso, a paracoccidioidomicose passou a ser agravo de notificação compulsória de interesse estadual, por meio da Resolução CIB Nº 016 de 07 de abril de 2016.
Diagnóstico
Além das características clínicas e epidemiológicas, o diagnóstico é apoiado pelo por exames laboratoriais diversos, como o micológico, histopatológico, cultura, sorológicos e moleculares. Os fungos podem ser isolados de materiais biológicos diversos como sangue, escarro, medula óssea, lavado brônquio-alveolar, tecidos diversos (pele, osso, fígado, linfonodos, parênquima cerebral, etc).
Tratamento
O Programa de Micoses Sistêmicas do Ministério da Saúde (MS) disponibiliza o Complexo Lipídico de Anfotericina B e o Itraconazol para tratamento dos pacientes portadores de micoses sistêmicas endêmicas e algumas oportunistas; eventualmente para formas graves das subcutâneas e exclusivamente a internados em instituições públicas (SES, SMS, Hospitais Universitários Públicos).
Área Técnica
Enfermagem Obstétrica - Joelma Leite da Silva Duarte
Email: gevepi@ses.mt.gov.br


